O Novo Padrão Obrigatório de Cibersegurança no Sistema Financeiro
- 28 de fev.
- 2 min de leitura
Em 18 de dezembro de 2025, o Banco Central do Brasil publicou duas novas resoluções que elevam oficialmente o nível de exigência em cibersegurança para todo o Sistema Financeiro Nacional (SFN).
O que antes era tratado como boa prática passa a ser requisito regulatório formal — com impactos diretos sobre governança, auditoria e responsabilidade institucional.
Quem é Impactado
As novas exigências alcançam:
Instituições financeiras
Instituições de pagamento
Corretoras e distribuidoras
Cooperativas de crédito
Demais participantes do SFN
Não se trata apenas de uma atualização técnica. Trata-se de um novo patamar de responsabilidade regulatória.

O Que Muda na Prática? O novo padrão obrigatório de cibersegurança do Sistema Financeiro
Com o novo padrão obrigatório de cibersegurança no Sistema Financeiro, não basta mais ter política de segurança “no papel”.
Agora é obrigatório comprovar execução, rastreabilidade e governança contínua. Entre as exigências estão:
Pentest anual independente
Documentação formal dos resultados
Plano estruturado de remediação
Gestão contínua de vulnerabilidades
Logs e rastreabilidade fim a fim
MFA para acessos externos
Segmentação de rede
Controles antifraude em conexões ao SFN
O risco deixou de ser apenas técnico.
Passou a ser regulatório e institucional.
A ausência de evidência documental pode representar não apenas fragilidade de segurança, mas descumprimento normativo.
Pentest Agora é Exigência Formal
O teste de intrusão deixa de ser opcional e passa a integrar o conjunto mínimo de controles obrigatórios.
Isso significa:
Simulação de ataques reais
Avaliação técnica independente
Relatório técnico detalhado
Relatório executivo para a alta administração
Plano estruturado de correção
Evidência formal para eventual fiscalização
Além da periodicidade anual, a norma reforça a necessidade de independência técnica e documentação adequada.
Segurança da Informação como Programa Contínuo
Mais do que um teste anual, as resoluções exigem estrutura permanente de segurança, incluindo:
Gestão contínua de vulnerabilidades
Implementação de autenticação multifator (MFA)
Estruturação de logs e trilhas de auditoria
Segmentação e proteção de rede
Revisão e adequação da Política de Segurança Cibernética
Preparação para auditorias e inspeções regulatórias
A governança de segurança passa a exigir envolvimento direto da alta administração.
O Diferencial Estratégico
Conformidade não é apenas cumprir um checklist.
É estruturar um programa que entregue:
✔ Conformidade regulatória
✔ Redução real de risco
✔ Evidência documental organizada
✔ Apoio à diretoria e ao conselho
✔ Evolução estruturada de maturidade em segurança
Instituições que se anteciparem não apenas evitam sanções — ganham vantagem competitiva em confiança e credibilidade.
O Risco Não É Só Técnico. É Regulatório.
Não realizar o pentest anual ou não documentar adequadamente os resultados deixou de ser economia.
Passou a ser exposição regulatória.
O impacto pode envolver:
Apontamentos em fiscalização
Exigência de planos corretivos formais
Danos reputacionais
Responsabilização administrativa
Prazo de Adequação
📅 1º de março de 2026
A pergunta que toda instituição deve se fazer é:
Se fôssemos fiscalizados amanhã, conseguiríamos comprovar o cumprimento integral das exigências?
Como Podemos Apoiar Sua Instituição
Apoiamos instituições financeiras na estruturação completa do programa de adequação regulatória em Segurança da Informação e Pentest, com foco técnico e estratégico.
Se sua organização precisa:
Estruturar o pentest regulatório anual
Organizar evidências documentais
Implementar controles exigidos pela norma
Preparar-se para auditorias e fiscalizações
Este é o momento de agir.
Entre em contato e estruture seu programa de conformidade antes do prazo regulatório.




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